memórias e decisões

13 abr

3 nornas

Coisa passada: Ciclo de Palestras Cinema e Feminino – organização e curadoria de Roberta Ferraz. Entre os palestrantes, Ana Rüsche falaria sobre A Caixa de Pandora, e Maiara Gouveia, em parceria com a anfitriã, do Anticristo. Foi exatamente nesse dia que eu conheci a Renata Huber, ponta solta deste quadrado fictício.

Antes, bem antes, quase publiquei um livrinho de ensaios, passeio literário no cinema de Lars Von Trier. Durante os 7 anos que me trazem até aqui, a intimidade com o cineasta aumentou tanto quanto a vontade de escrevê-la. Experiências muito pessoais, dentro e fora do domínio estético, e a beberagem das influências do artista na própria fonte – por exemplo, Nietszche, Carl Dreyer, Bergman, Tarkovsky – salpicam no encontro quase quádruplo a claridade do anúncio.

(…)

Ana Rüsche propõe a reescrita individual de uma tragédia. Roberta Ferraz sugere outra, criada pelas três, em 30 dedos. Maiara, ensaísta de braços abertos e mãos vazias, aceita as duas propostas e anuncia texto e aula para cada um dos filmes do Lars Von Trier, todos sob a chave violência e representações do feminino, o que , aliás – desconfia – é o melhor ângulo pra filmar a experiência trágica do artista querido.

Quatro tragédias futuras. Novo ciclo de palestras. E o resto é vertigem.

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